top of page
Buscar

MARGARET THATCHER: A DAMA DE FERRO

Foto do escritor: Verbo Por Elas
Verbo Por Elas
6 de set. de 2018
2 min de leitura


Na história, existem dois tipos de mulheres: as que são admiradas e se tornam referencial mundial, e as que são intensamente odiadas por muitos. Margaret Thatcher teve o potencial necessário para ser ambas ao mesmo tempo.


Margaret Hilda Roberts Thatcher nasceu em 13 de outubro de 1925, na cidade de Grantham, Inglaterra. De família humilde, sempre focou muito nos estudos, o que garantiu uma bolsa para estudar química em Oxford. Foi neste período que Thatcher descobriu sua paixão pela política, tornando-se presidente da associação conservadora da universidade. Tempos depois, assumiu a liderança dentro do Partido Conservador.


Em 1979, temos um novo cenário na história do Reino Unido: Margaret foi eleita, sendo a primeira mulher a assumir o cargo de ministra na política inglesa. Foram anos difíceis, já que atuou fortemente contra os sindicatos, no mesmo período que acontecia a Guerra da Malvinas e a Guerra Fria.


Como afirmou no ano de 1982, “Na política, se você quer que algo seja falado, peça a um homem. Se quer que algo seja feito, peça a uma mulher”. Thatcher possuía uma forte personalidade, o que causava intimidação até mesmo em seus companheiros de partido. Apesar da sua conquista (como mulher), ela não progrediu a favor dos direitos das mulheres.


Conhecida como Dama de Ferro, nada abalava a figura da ministra, nem mesmo o desaparecimento de seu filho durante uma corrida, no deserto do Saara, no ano de 1982.



Renunciou seu posto de primeira-ministra em 22 de novembro de 1990, devido a desgastes em seu partido, mas seu legado persistiu. Foi homenageada no filme “A Dama de Ferro” (2011), onde foi interpretada pela atriz Maryl Streep. Além disso, o nome da banda britânica “Iron Maiden” (1975 – em atividade) também foi influenciado pela sua história, fazendo referências a Dama de Ferro em capaz de singles do LP “Killers”.


Margaret Thatcher faleceu em Londres, em 8 de abril de 2013, vítima de um AVC. Ainda existem muitos que comemoram a sua morte, e outros que lamentam profundamente. Conforme afirmou em 1973, “Não acredito que teremos uma outra mulher primeiro-ministro enquanto eu viver”. E, de fato, o posto só foi preenchido 3 anos após a sua morte, por Theresa Mary May.



Texto: Quezia Barbosa.

Imagem: Jornal Cruzeiro do Sul.


Fontes:

 
 
 

Comentários


Faça parte da nossa lista de emails

© 2021 Verbo por Elas. Orgulhosamente criado com Wix.com

bottom of page